Quem somos

O NEPAT [Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Autoritarismo e Totalitarismo] é uma iniciativa discente e totalmente feminina das alunas da graduação, mestrado e doutorado em História da Universidade Federal de Minas Gerais.

As coordenadoras e pesquisadoras do NEPAT desenvolvem pesquisas relacionadas a regimes autoritários e totalitários no século XX, pensando na chave da História Filosófica do Político, tal como proposta por Pierre Rosanvallon, que valoriza a interdisciplinaridade e a longa duração dos acontecimentos.

 

Nossas pesquisas abarcam também a História do Tempo Presente, a relação entre história e memória e entre trauma e narrativa, bem como a produção voltada para representação, literatura e discursos e formas de atuação e resistência em regimes fascistas e totalitários. Pensando na produção das vítimas mas também dos perpetradores, o NEPAT visa incluir uma grande variedade de estudos historiográficos das temáticas que tocam os séculos XX e XXI, nos preocupando sempre em incluir outros debates vindos da filosofia, da sociologia, psicologia, entre outros. 

 

Atualmente temos três coordenadoras na graduação em História na UFMG e três na pós-graduação em História na UFMG, sendo uma do doutorado e duas do mestrado.

O Núcleo foi fundado em 2019 e vem cada vez encabeçando mais projetos.

Em 2019 tivemos o evento inaugural do grupo, sobre os 80 anos da Segunda Guerra Mundial e queremos que a organização desse tipo de evento seja algo recorrente em nossas atividades.

 

O objetivo do Núcleo é mostrar a competência das produções brasileiras - sobretudo femininas - sobre o século XX e inserir a UFMG no cenário internacional e nacional como um centro de referência nos estudos sobre totalitarismo e Segunda Guerra Mundial.

Para além da produção acadêmica, o NEPAT tem como meta fundamental o diálogo entre a academia e as escolas, de modo que oferecemos cursos de formação e capacitação de professores do ensino básico, além de organizarmos e ofertarmos minicursos e outras atividades para escolas. Para nós, é de fundamental importância que o conhecimento que produzimos em nossas pesquisas toquem outras pessoas - e não apenas nossos pares.

Buscamos, ainda, expandir nossas atividades para além da UFMG e buscar parceiros de trabalhos e de projetos, de modo a contribuir ainda mais para a historiografia e para as pesquisas sobre o tema do totalitarismo.

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